Poesia por Mariana Gallego
Cor púrpura dos lábios cerrados na quietude dessa esquina
Cenário que estagna
Olhar que vela o tempo
Uníssono silêncio
Sopro de vento faz brisa ao momento deste coração intrépido
Emersão do passado lépido
Hoje amanhecido ao relento
Cíclico compêndio
Luz penetrante nas frestas dessa alma menina
Lucidez que se aproxima
Sufoca a inação do suplício
Cala-te, vício.

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