As vezes, o tudo parece nada
A dor que entra pela madrugada
O Sol que parece não nascer
Cenário sórdido que insiste em crescer
Arde, fere, abate
As vezes prefiro que me mate
Mas, não, é pena constante e profunda
Sórdida sombra moribunda
Não venha mais me visitar
Não bata mais nessa porta
Assim não lançarei mais aquele olhar
Que me faz tão viva e, também, me faz morta.
